Introdução ao Photoshop.
Bom dia seguidores, hoje tivemos as primeiras ideas sobre o que é o photoshop desde ao seu conteúdo á sua estrutura e o que poderão esperar do meu blog sobre photoshop ?
Informação sobre o que é, informação sobre as suas principais funções e tudo o que nos poderá ajudar num futuro próximo em termos de trabalho ( trabalho de imagens ), uso pessoal ( facebook ) entre muitas outras.
Até um futuro próximo o vosso bloger Daniel Miranda :)
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Formatos de ficheiros de imagem
Distinguem-se geralmente duas grandes categorias de imagens :
as imagens bitmap : (chamadas também imagens raster): trata-se de imagens "pixelizadas", ou seja, um conjunto de pontos (pixéis) contidos num quadro, cada um destes pontos possuindo um ou vários valores que descrevem a sua cor.
as imagens vectoriais : as imagens vectoriais são representações de entidades geométricas como um círculo, um rectângulo ou um segmento. Estes são representados por fórmulas matemáticas (um rectângulo é definido por dois pontos, um círculo por um centro e um raio, uma curva por vários pontos e uma equação). É o processador que será encarregado de “traduzir” estas formas em informações interpretáveis pela placa gráfica.
Dado que uma imagem vectorial é constituída unicamente por entidades matemáticas, é possível aplicar-lhe facilmente transformações geométricas (zoom, expansão,…), enquanto uma imagem bitmap, feita de pixéis, poderá sofrer tais transformações apenas com uma perda de informação, chamada distorção.
Formatos dos ficheiros do tipo bitmap.
Formato BMP :
O formato BMP é um dos formatos mais simples, desenvolvido conjuntamente pela Microsoft e pela IBM, o que explica que seja particularmente usado nas plataformas Windows e OS/2. Um ficheiro BMP é um ficheiro bitmap, ou seja, um ficheiro de imagem gráfico que armazena os pixéis sob a forma de quadro de pontos e gerindo as cores, quer em cor verdadeira, quer graças a uma paleta indexada. O formato BMP foi estudado de maneira a obter um bitmap independente do periférico de afixação (DIB, Device independent bitmap). Formato GIF :
Sigla para Graphics Interchange Format, o GIF é outro formato bastante popular na internet. Foi criado pela CompuServe em 1987 e, assim como o JPEG, gera arquivos de tamanho reduzido, no entanto, seu uso não é muito comum em fotografias, já que é capaz de trabalhar com apenas 256 cores (8 bits). Assim, sua utilização é muito comum em ícones, ilustrações ou qualquer tipo de imagem que não necessita de muitas cores.
Há, no entanto, uma característica que faz o formato GIF ser conhecido até os dias de hoje: graças a uma revisão realizada em 1989, o padrão passou a ter a capacidade de suportar animações. Em outras palavras, o GIF passou a permitir a inserção de uma sequência de imagens em um único arquivo.
Formato JPEG (JPG) :
O JPEG possibilita isso porque é um formato que utiliza compressão de imagens. Mas, o que é isso? Em poucas palavras, compressão consiste na eliminação de dados redundantes nos arquivos.
JPEG com maior taxa de compressão
A mesma imagem, mas com maior compressão
Formato PNG :
Formato PNG
O formato PNG, sigla para Portable Network Graphics, é um dos padrões mais recentes, com a sua primeira especificação surgindo em 1996. Seu desenvolvimento foi motivado, em parte, pela restrição de patente existente no formato GIF, conforme explica o tópico anterior.O PNG reúne, portanto, as características que tornaram o GIF tão bem aceito: animação, fundo transparente e compressão sem perda de qualidade, mesmo com salvamentos constantes do arquivo. Porém, conta com um grande diferencial: suporta milhões de cores, não apenas 256, sendo, com isso, uma ótima opção para fotos.
No aspecto da animação, o PNG, por si só, não possui tal capacidade. O que acontece é que há uma variação chamada APNG (Animated Portable Network Graphics) que permite essa característica. O esquema é o mesmo do padrão GIF: uma sequência de imagens inseridas em um único arquivo.
Comparativo entre JPEG, PNG e GIF
As imagens a seguir são oriundas da mesma foto e estão, respectivamente, nos formatos JPEG, PNG e GIF:
Imagem em JPEG
Imagem em PNG
Imagem em GIF
Formato TIFF :
Sigla para Tagged Image File Format, o TIFF consiste em um formato muito utilizado em aplicações profissionais, como imagens para finalidades médicas ou industriais. Criado em 1986 pela Aldus, companhia posteriormente adquirida pela Adobe, também é muito utilizado em atividades de digitalização, como scanner e fax, o que, na verdade, motivou o seu desenvolvimento.
O formato TIFF oferece grande quantidade de cores e excelente qualidade de imagem, o que aumenta consideravelmente o tamanho dos seus arquivos, embora seja possível amenizar este aspecto com compressão sem perda de informações.
Um detalhe interessante é que o formato TIFF suporta o uso de camadas, isto é, pode-se utilizar versões diferenciadas da imagem a ser trabalhada em um único arquivo.
Formatos dos ficheiros do tipo vetorial.
Formato SVG :
Graças a isso, o SVG consegue trabalhar bem tanto com figuras estáticas quanto com imagens animadas. Além disso, por ser um padrão vetorial, imagens no formato podem ser ampliadas ou reduzidas sem causar perda de qualidade.
Formato SXD :
Formato do OpenOffice.org DRAW. O Formato permite simulações de 3D entre o desenho vetorial para viabilizar o foco da ferramenta que é parte de uma suíte de escritório. Pode-se desenvolver obras interessantes, mas o foco é facilitar a expressão gráfica de idéias para trabalhos de escritório.
Formato PS - PostScript
Reconhecido por quase todos os programas de edição (Texto ou Imagem) que suportam imagem vetorial e pode ser diretamente enviado a impressoras mais actuais, porém um tanto limitado para definição de imagens (não suporta degradê ou canal alfa).
Formato CDR (CorelDraw) :
O CorelDRAW é um programa de desenho vetorial bidimensional para design gráfico desenvolvido pela Corel Corporation, Canadá. É um aplicativo de ilustração vectorial e layout de página que possibilita a criação e a manipulação de vários produtos, como por exemplo: desenhos artísticos, publicitários, logotipos, capas de revistas, livros, CDs, imagens de objetos para aplicação nas páginas de Internet (botões, ícones, animações gráficas, etc) confecção de cartazes.
Formato Windows Metafile :
Windows Metafile (WMF - formato de arquivo) arquivo de Computador (ficheiro). Windows Metafile (WMF) É um formato de arquivo gráfico do Sistema Microsoft Windows , originalmente implementado nos anos 90. Estes arquivos são portáveis entre as aplicações e essencialmente possuem em seu conteúdo a característica gráfica vetorial, que ao ser visualizado mantém as características originais de imagem mesmo quando de sua ampliação.
WMF foi introduzido no Windows 3.0 inicialmente e é um formato nativo de imagem vectorial nas aplicações do Microsoft Office como Word, PowerPoint e Publisher.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Bem vindo ao Segundo Periodo e Feliz 2012
É sempre bom recepcionar as pessoas com uma bela frase de boas vindas. Isso mostra que somos receptivos e estamos felizes em recêbe-los.
Por espero que continuem a desfrutar da informação que lhes é fornecida e a utilizem da melhor maneira.
Daniel Miranda :)
Por espero que continuem a desfrutar da informação que lhes é fornecida e a utilizem da melhor maneira.
Daniel Miranda :)
domingo, 11 de dezembro de 2011
Cor
Conceito de Cor
As cores não existem materialmente. Não possuem corpo, peso etc. As cores correspondem à interpretação que o nosso cérebro dá a certo tipo de radiação electromagnética ( também conhecida como luz) recebida pelas células dos nossos olhos.
Elementos da cor
Tom : é o que diferencia uma cor da outra. É o que faz o azul diferente do vermelho.
Saturação : é a pureza de uma cor. Quando uma cor é adicionada a outra, essa perde sua saturação, é como se a cor fosse diluída.
Valor ou luminosidade : é a capacidade de de cada cor de reflectir a luz branca que recebe. É a claridade da cor.
Modelos de Cor
Modelos de Cor RGB - CMYK - HSB - YUV.
Todos nós vemos as cores de maneira diferente.
Reproduzir com exactidão a cor tal qual é vista na natureza, quer seja num papel, num quadro ou na écran de um monitor não é tarefa fácil.
Os modelos de cor foram criados de modo a uniformizar a forma como são especificadas as cores em formato digital, de modo a reproduzir com rigor a cor pretendida, quer seja pelo scanner, monitor ou impressora.
RGB
É a abreviatura do sistema de cores aditivos formado por vermelho (Red), Verde (Green), e Azul (Blue). O propósito do sistema RGB é a reprodução de cores em diapositivoelectrónicos como monitores, TV, e computadores.
CMYK
CMYK é a abreviatura do sistema de cores formado por Cíano (Cyan), Mangenta (Mangenta), Amarelo (Yellow) e Preto, (K (negro) pois é a base).
O CMYK funciona devido à absorção de luz, pelo fato de que as cores que são vistas vêm da parte da luz que não é absorvida.
HSB
Modelo HSB (Hue (matiz), Saturation (saturação) e Brightness (brilho)).
Sem luz todos os objectos são desprovidos de cor.
Com base na maneira como as pessoas percepcionam as cores, o modelo de cor HSB define as cores
com três atributos: matiz (H), saturação (S) e brilho (B) - (H hue, S saturation, B brightness).
YUV
O padrão YUV, é um modelo de representação da cor dedicado ao vídeo analógico.
O parâmetro Y representa a luminância (ou seja a informação a preto e branco), enquanto U e V permitem representar a informação sobre a cor. Este modelo foi criado para permitir transmitir informações coloridas para as televisões a cores.
Museu do Som e da Imagem
Integrado na rede de museus do Município de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem nasceu da necessidade de preservar o importante acervo do antigo Teatro Avenida, na posse da Autarquia desde 1999. A este núcleo inicial juntaram-se entretanto numerosas peças adquiridas, bem como peças doadas ou depositadas por diversas instituições e coleccionadores particulares.
O discurso museológico distribui-se por sete salas (com várias secções interactivas), dedicadas sucessivamente ao primeiro Teatro de Vila Real (de 1846), ao Teatro-Circo (de 1892), ao Teatro Avenida (de 1930), à história da fotografia, à história do cinema e a exposições temporárias.
Paralelamente, o Museu do Som e da Imagem tem em funcionamento um serviço educativo e um arquivo audiovisual, e desenvolve regularmente diversas iniciativas no âmbito da sua programação complementar, desde a edição de publicações à exibição de cinema e ao acolhimento de projectos artísticos contemporâneos.
O discurso museológico distribui-se por sete salas (com várias secções interactivas), dedicadas sucessivamente ao primeiro Teatro de Vila Real (de 1846), ao Teatro-Circo (de 1892), ao Teatro Avenida (de 1930), à história da fotografia, à história do cinema e a exposições temporárias.
Paralelamente, o Museu do Som e da Imagem tem em funcionamento um serviço educativo e um arquivo audiovisual, e desenvolve regularmente diversas iniciativas no âmbito da sua programação complementar, desde a edição de publicações à exibição de cinema e ao acolhimento de projectos artísticos contemporâneos.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Mapa de Caracteres :
O Mapa de Caracteres permite visualizar os caracteres disponíveis em uma fonte selecionada. Usando o Mapa de Caracteres, é possível copiar caracteres individuais ou um grupo de caracteres para a Área de Transferência e colá-los em qualquer programa que possa exibi-los.
REPRESENTAÇÃO DE CARACTERES E SÍMBOLOS : A representação de caracteres e símbolos em computador é feita atribuindo-se a cada caractere ou símbolo um código binário. Desta forma são construídas tabelas (padrões) em que cada código binário representa para o computador um determinado caractere ou símbolo.
Se um padrão utiliza 7 bits, será possível representar até 27 = 128 caracteres e símbolos e com 8 bits serão 28 = 256.
O principal padrão hoje utilizado é o ASCII, de 7 bits, com uma variação de 8 bits (ASCII extendido) em que o 8º bit permite representar outros 128 símbolos.
Fontes de caracteres:
Fonte : As fontes são conjuntos de caracteres que podem corresponder a letras, números ou símbolos. Estas são armazenadas em ficheiros de fontes onde são descritas as suas caracteristicas fisicas, ou seja, como vão ser visualizadas no ecrã e impressas. As fontes são identificadas por nomes e classificadas segundo determinadas familias.
Tipos de fontes:
Bitmapped: As fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixeís e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem a qualidade. São concebidas com uma resolução e um tamanho especificos para uma impressora especifica, não podendo ser escaladas.
Escaladas: As fontes escaladas, ao contrário das fontes bitmapped, são definidas matematicamente e podem ser intrepertadas( rendering) para qualquer tamanho que forem requisitadas. Estas fontes contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para apresentarem um aspecto de formas contínuas, tais como as fontes TYPE1, TRUE TYPE e OPEN TYPE.
Uso de um gestor de fontes : Os programas de gestores de fontes permitem ao utilizador controlar as fontes instaladas, em cada momento, no sistema operativo, podendo por isso, serem utilizadas na realização de trabalhos.
As informações relativas as características de uma fonte são guardadas num ficheiro, o qual vai ocupar espaço de armazenamento no computador, pelo o que é necessário gerir a quantidade de fontes que se instala no computador.
o windows disponibiliza o programa de tipos de letra, acessível no Painel de control, através do qual é possível, por exemplo, gerir e visualizar os tipos de letra instalado.
Uso racional de fontes : Existem alguns limites relativos a instalação de fontes num computador assim como asua utilização de um documento. No que diz respeito a sua instalção as fontes são guardadas no computador em ficheiros normalmente pequenos. Contudo, quando estas existem no computador em elevado número, e dada as limitações de espaço, estas devem ser geridas de acordo com as necessidades e capacidades quer do utilizador quer do armazenamento do computador. Por outro lado, o número elevado destas pode atrasar as operações de processamento pela necessidade de uma maior utilização da memória RAM.
Tipos serifados : Tipos que contem traços nas extremidades das letras. Guiam os olhos do leitor de uma letra para outra, imprimindo ritmo e facilitando a leitura impressa. Ex: Garamond, humanistic, Aldine, etc.
Tipos sem serifa : Tipos que não contem traços, são retos, utilizados em títulos e legendas com letras no formato bold. Os tipos sem serifa facilitam a leitura na web.
· Ex: Helvética, Verdana, Arial, Futura, etc.
Família tipográfica : é um conjunto de fontes tiprgráficas com as mesmas características estilísticas fundamentais, porém apresentadas com variações de espessura, largura, altura e outros detalhes. Algumas destas variações são mais frequentes nas famílias tipográficas e recebem nomes que se tornaram conhecidos pelo público em geral, tais como bold (negrito), light (claro), regular, itálico, versalete, entre outros.
Times New Roman : é uma família tipográfica serifada criada em 1932 para uso do jornal inglês The Times of London. Hoje é considerada um dos tipos mais conhecidos, utilizado ao redor do mundo — devido ao facto de ser a fonte padrão em diversos processadores de texto... o dia 3 de Outubro de 1932 saiu a primeira edição do prestigiado jornal britânico The Times com uma tipografia proposta e aperfeiçoada pelo jovem perito tipógrafo Stanley Morison (1889-1967).
O desenhador de tipos que teve o verdadeiro trabalho de adaptação da letra histórica que tinha servido de padrão, Victor Lardent, ficou na penumbra.
Morison ficou com a fama de ter «inventado» a Times New Roman. Esta versão foi substituir a Times Old Face, então em uso.
A Times foi a fonte que Stanley Morison realizou na Monotype Corporation, por encomenda da Editora Times; recebeu portanto a designação de Monotype Times New Roman. A fonte terá sido inspirada nos mostruários de tipos do Museu Plantin.
Garamond : refere-se aos tipos originais baseados na escrita de Claude Garamond para sua tipografia em, aproximadamente, 1530.
Atualmente, várias famílias tipográficas são derivadas (ainda que distantes) dos tipos originais de chumbo de Garamond e estão disponíveis para computadores digitais. Apesar de tais famílias tipográficas serem inspiradas na escrita de Garamond, elas diferem em vários aspectos.
A Garamond divide com a Times New Roman o posto de fonte serifada mais popular do mundo (sendo o tipo serifado mais utilizado na França, seu país de origem).
Arial : é uma Família tipográfica sem-serifa, ou seja, um conjunto de fontes (como Arial Bold, Arial Italic, Arial Bold Italic) derivadas da fonte "padrão" Arial (ou Arial Regular). Também pode designar uma fonte específica, a Arial Regular (normalmente não se utiliza o termo "regular" para uma fonte sem negrito, itálico, condensada ou expandida).
A Arial é conhecida entre os designers gráficos pela sua semelhança com um tipo bastante famoso na história do design moderno, a Helvetica da Linotype. No entanto, são comuns as críticas à Arial que atribuem-lhe um papel de "cópia inferior da Helvetica". De fato, porém, a Arial é inspirada no desenho de uma outra fonte, a Akzidenz Grotesk (a qual também serviu de inspiração ao desenho da Helvetica).
Tecnologias Multimedia
Representação Digital
Através da representação digital é possível a utilização de programas para armazenar, modificar, combinar e apresentar todos os tipos de media. È também possível realizar a transmissão dos dados por meio de redes informáticas ou armazena-los em suportes, tais como CD e DVD. Numa representação digital, os dados assumem um conjunto de valores discretos, ou descontínuos, processados em intervalos de tempo discretos. Existem dois tipos de sinais: analógicos e digitais. O processamento de sinais analógicos é feito pela Amostragem, Quantização e Codificação.
Tipos de sinal: Analógico Sinal analógico é um tipo de sinal contínuo que varia em função do tempo. Um velocímetro analógico de ponteiros, um termómetro analógico de mercúrio, uma balança analógica de molas, um voltímetro analógico de ponteiros, é exemplos de sinais lidos de forma directa sem passar por qualquer descodificação complexa, pois as variáveis são observadas directamente. Para entender o termo analógico, é útil contrastá-lo com o termo digital.
- Na electrónica digital, a informação foi convertida para bits, enquanto na electrónica analógica a informação é tratada sem essa conversão. Um exemplo de sinal analógico é o disco de vinil.
- O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posição deste sobre aquela. Num galvanómetro, por exemplo, a deflexão do ponteiro sobre uma escala fornece a leitura directa de grandezas físicas, como tensão eléctrica, ou força electromotriz, intensidade de corrente eléctrica, resistência eléctrica, entre outras.
Digital: Sinal Digital é um sinal com valores discretos (descontínuos) no tempo e amplitude. Isso significa que um sinal digital só é definido para determinados instantes de tempo, e o conjunto de valores que podem assumir é finito.
Amostragem:O sinal analógico é contínuo no tempo e em amplitude, contem um número infinito de valores, dificultando o seu processamento pelo computador. Assim, há necessidade de inicialmente amostrar o sinal analógico.
Quantização:Em processamento de sinais, quantização é o processo de atribuição de valores discretos para um sinal cuja amplitude varia entre infinitos valores.
Codificação:Codificação significa a modificação de características de um sinal para torná-lo mais apropriado para uma aplicação específica, como por exemplo transmissão ou armazenamento de dados.
Quantização:Em processamento de sinais, quantização é o processo de atribuição de valores discretos para um sinal cuja amplitude varia entre infinitos valores.
Codificação:Codificação significa a modificação de características de um sinal para torná-lo mais apropriado para uma aplicação específica, como por exemplo transmissão ou armazenamento de dados.
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